Quem se pode candidatar?

Ao preencher o formulário de inscrição, o candidato será solicitado a especificar o seu grupo alvo. Por favor, observe a tabela abaixo para identificar o grupo-alvo a que pertence.

Existem três Grupos Alvo para os fluxos de mobilidade individual, os quais foram definidos pela Comissão Europeia:

IES = Instituição de Ensino Superior

Grupo AlvoBeneficiáriosTipos de fluxos de mobilidade individual
GRUPO ALVO 1Candidatos inscritos numa das IESs que pertence à parceria.-Mestrado (ACP),
-Doutoramento (ACP),
-Pessoal (UE e ACP)
GRUPO ALVO 2Nacionais de países ACP representados no consórcio que:Mestrado (ACP), Doutoramento (ACP)
- estão registados/trabalham numa instituição de ensino superior destes países que não está incluída na parceria (estudantes e pessoal);
- tenham obtido um grau universitário ou equivalente por uma instituição de um destes países (apenas estudantes).
Inclui a possibilidade de oferecer oportunidades de mobilidade a nacionais ACP que trabalhem na administração pública, empresas públicas e privadas e organizações sem fins lucrativos.
GRUPO ALVO 3Nacionais de países ACP representados no consórcio que se encontrem em situações particularmente vulneráveis, por razões de ordem social, política e económica. Por exemplo:Mestrado (ACP), Doutoramento (ACP)
1. Que tenham estatuto de refugiado ou sejam beneficiários de asilo (internacional ou de acordo com a legislação nacional de um dos países receptores europeus)
2. Que comprovadamente tenham sido alvo de expulsão injustificada de uma universidade por motivos raciais, étnicos, religiosos, políticos, de género ou de orientação sexual.
3. Que pertençam a uma população indígena visada por uma política nacional específica ou sejam considerados PID (pessoas internamente deslocadas).
Exemplos de grupos-alvo
  • Sou estudante do último ano do curso de licenciatura na Escola de Negócios da Universidade do Ghana e quero me candidatar a um curso de mestrado: Enquadro-me no Grupo-alvo 1
  • Graduei pela Universidade Eduardo Mondlane em 2012 e desejo fazer o meu mestrado na Europa usufruindo de bolsa de estudos do projecto Caribu: Enquadro-me no Grupo-alvo 2
  • Estou atualmente matriculado na Universidade de Cabo Verde (parceira associada) como estudante de mestrado e gostaria de me candidadatar para um PhD: Enquadro-me no Grupo-alvo 2
  • Eu sou um cidadão Camaronês, atualmente matriculado como estudante de mestrado na Universidade de Yaoundé (não membro do consórcio ) e desejo fazer o meu PhD na Europa: Enquadro-me no Grupo-alvo 2
  • Sou um cidadão Congolês e possuo cartão de refugiado. Já tenho o diploma de Mestrado, obtido na República Democrática do Congo, e desejo candidatar-me a um PhD: Enquadro-me no Grupo-alvo 3
  • Sou um cidadão Queniano, pertencente a minoria Massai, e desejo me candidadatar a uma bolsa no projecto  Caribu: Eu posso fazê-lo como parte do Grupo-alvo 3

 

Critérios de elegibilidade para estudantes e pessoal não-UE:

  • Ser nacional de um dos países não-UE (Bahamas, Camarões, Etiópia, Gâmbia, o Ghana, Moçambique, República Democrática do Congo Samoa, Suriname, Tanzânia, Timor Leste, Uganda). Os estudantes de uma das seguintes nacionalidades são também elegíveis: Gabão, São Tomé e Príncipe, Burundi, Ruanda, Angola, Namíbia, Benim, Guiné-Bissau, República Dominicana, Barbados, Jamaica, Trinidad e Tobago, Fiji, Quénia, Cabo Verde e Guiana
  • Apenas para estudantes: Não ter residido, nem desenvolvido a sua atividade principal (estudo, trabalho, etc.), durante mais de 12 meses, nos últimos 5 anos, num dos Países Europeus, aquando do momento de submissão da candidatura
  • Não ter beneficiado ainda de um bolsa de estudo através do projecto CARIBU
  • Candidatos que já tenham beneficiado de uma bolsa de estudo Erasmus Mundus para o mesmo tipo de mobilidade não são elegíveis.
  • Apenas para estudantes: O seu diploma de entrada deve ter sido obtido num país ACP (excepto Cuba e África do Sul: caso tenha obtido o seu diploma de acesso em Cuba ou na África do Sul, não é elegível). O diploma de entrada é o diploma que dá acesso ao nível de mobilidade a que se candidata (ex: caso se esteja a candidatar a um Mestrado, o seu diploma de entrada é o seu diploma de licenciatura/bacharelato)

Exemplos:

- Se você obteve a sua licenciatura na Tanzânia e está a candidatar-se para um mestrado na Europa: É elegível

- Se você obteve a sua licenciatura na Africa do Sul e está a candidatar-se para um mestrado na Europa: Não é elegível

- Se você obteve a sua licenciatura na Etiópia e fez mestrado nos EUA e esta a candidatar-se para um PhD na Europa: Não é elegível, no entanto você pode candidatar-se para um Mestrado.

- Se você obteve uma licenciatura na Europa há 10 anos atras, viveu no Suriname e esta a candidatar-se para um mestrado na Europa: não e elegível.

  • Para pessoal: trabalhar ou estar associado a uma das universidades parceiras não-UE representadas no consórcio
  • Para pessoal: ser docente, investigador ou trabalhar na administração da universidade (reitor, responsáveis por gabinetes de cooperação ou departamentos de admissões e reconhecimento, etc.)
  • GRUPO ALVO 1: deve estar registado numa das instituições de ensino superior não-UE do consórcio, aquando do momento de submissão da candidatura. NB: NÃO inclui as universidades parceiras associadas.
  • GRUPO ALVO 2: deve estar registado numa universidade no seu país de origem ou num outro país que é representado no consórcio OU deve ter obtido um grau universitário ou equivalente numa instituição de ensino superior de um país representado no consórcio
  • GRUPO ALVO 3: deve ter a nacionalidade de um dos países representados no consórcio e pertencer a um grupo alvo vulnerável.
  • Critérios de elegibilidade para pessoal da UE
  • Ser nacional de um país da UE, representado no consórcio
  • Trabalhar ou estar associado a uma das universidades europeias representadas no consórcioortium
  • Ser docente, investigador ou trabalhar na administração da universidade (reitor, responsáveis por gabinetes de cooperação ou departamentos de admissões e reconhecimento, etc.)
  • Não ter beneficiado ainda de um bolsa de estudo através do projecto CARIBU

NB: A mobilidade do pessoal deve seguir um plano de mobilidade, validado pelas instituições de origem e de acolhimento. Para pessoal docente, consistirá principalmente em atividades de pesquisa e ensino durante a estadia na instituição de acolhimento, bem como na produção de novos materiais didácticos. Para pessoal administrativo, deverá envolver a preparação de seminários sobre a organização da Universidade, gabinetes de relações internacionais, departamentos de admissão e bibliotecas. A mobilidade do pessoal como um todo deverá contribuir para o reforço da cooperação científica e administrativa, assim como de oportunidades de capacitação entre os membros do consórcio.

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